terça-feira, 26 de julho de 2011

DIA DOS AVÓS



Hoje, 26 de julho, um pouco por todo o país comemorou-se o dia dos Avós e vários municípios assinalaram o dia com as mais diversas iniciativas ... e no Entroncamento?

Nada!

Aproveitando que a data coincide com o período de férias escolares, bem que o município podia promover actividades que visassem o convívio entre avós e netos, fica a sugestão para o futuro!


quarta-feira, 20 de julho de 2011

Enfim ... como já inaugurou, relaxou! Triste fado este, o do deixa andar!

As autarquias em geral (e o Entroncamento não foge à regra), com o pretexto politicamente correcto de promoverem um ambiente sustentável, aumentam as tarifas da água a seu bel prazer, com o intuito de fomentar a poupança desse bem essencial.
Depois vemos este desperdício por aí:









(fotos tiradas a 20Jul e chamamos a atenção que não há fotos repetidas, sendo estas fotos apenas de um canteiro de relva, localizado junto às piscinas municipais )


Mas será que ninguém vê isto? Numa cidade que nem é assim tão grande, com tanto funcionário, tanto vereador e ninguém vê isto? ou vêem, mas assobiam para o lado?

E se é certo, que quem tem a responsabilidade máxima e está sentado no Largo José Duarte Coelho, não tem o dom de estar a par de tudo o que se passa, este tem a obrigação de providenciar um sistema de alerta através da cadeia hierárquica da autarquia para uma atenção aos diversos tipos de anomalia, por forma que estas situações sejam detectadas atempadamente e não se prolonguem no tempo, evitando assim prejuízos maiores ao município.


Enfim ... como já inaugurou, relaxou! Triste fado este, o do deixa andar!

terça-feira, 19 de julho de 2011

19 de Jul, dia de aniversário - a história do CDS-PP



O Partido do Centro Democrático e Social (CDS) foi fundado em 19 de Julho de 1974, "correspondendo ao apelo de amplas correntes de opinião pública, abrindo-se a todos os democratas do centro-esquerda e centro-direita": entre as personalidades que subscreveram a sua Declaração de Princípios contavam-se Diogo Freitas do Amaral, Adelino Amaro da Costa, Basílio Horta, Vítor Sá Machado, Valentim Xavier Pintado, João Morais Leitão e João Porto.


Os primeiros meses de actividade caracterizaram-se por um esforço de implantação e esclarecimento, dificultado e impedido pelo clima de instabilidade, violência e anarquia que se vivia no país, que culminaria nos assaltos à sede do Partido em 4 de Novembro de 1974 e em 11 de Março de 1975. Em 13 de Janeiro de 1975, cumprindo a lei dos partidos políticos, o CDS entregou ao Supremo Tribunal de Justiça a documentação necessária à sua legalização.


Durante a realização do seu I Congresso, no Palácio de Cristal, no Porto, em 25 e 26 desse mesmo mês de Janeiro, o CDS foi vítima da extrema-esquerda, que provocou distúrbios, cercou o edifício e tentou a invasão, tendo as forças militares permitido o sequestro dos congressistas – entre os quais destacados membros das democracias-cristãs Europeias – durante 15 horas. Nesse congresso, foi eleita a primeira Comissão Política, que teve como Presidente e Vice-Presidente, respectivamente, Diogo Freitas do Amaral e Adelino Amaro da Costa.


Em 11 de Março de 1975, na sequência de nova viragem política, que teve como vectores principais a intervenção colectivista na vida económica e a tutela militar do regime, o CDS declarou-se partido da oposição, atitude que manteria até à formação do II Governo Constitucional, em 1978.


Em Abril de 1975, o CDS elegeu os únicos 16 Deputados não socialistas da Assembleia Constituinte, que haveriam de votar sozinhos contra o texto final da Constituição, em 2 de Abril de 1976. Entretanto o CDS foi admitido em finais de 1975 como membro da UEDC, União Europeia das Democracias Cristãs.


O grande objectivo do CDS foi alcançado em 1976, nas eleições legislativas: ultrapassar o PCP e colocar-se, ao lado dos socialistas e sociais-democratas, entre os grandes partidos democráticos portugueses, com 42 Deputados.


Em Julho de 1976 decorreu o II Congresso, sob o lema: "Pelo personalismo cristão: um compromisso popular e europeu", que haveria de reeleger Freitas do Amaral e Amaro da Costa.



Três anos e meio após a sua fundação, o CDS chegou ao poder, num Governo de aliança parlamentar, presidido pelo Dr. Mário Soares, que incluía três ministros centristas – Rui Pena, Sá Machado e Basílio Horta, nas pastas de Reforma Administrativa, Negócios Estrangeiros e Comércio e Turismo, além de cinco Secretários de Estado.


Em Dezembro de 1978, o CDS realizou o seu III Congresso, que reconfirmou Freitas do Amaral e Amaro da Costa. Foi acentuado o carácter Democrata-Cristão do CDS.


Em meados de 1979, o CDS propôs ao PSD e ao PPM a constituição de uma frente eleitoral, proposta que deu origem à AD – Aliança Democrática –, que venceu as eleições legislativas de 1979 e de 1980, com maioria absoluta.


Nos Governos da AD, o CDS esteve representado por cinco Ministros e dez Secretários de Estado. O fundador e Presidente do Partido, Diogo Freitas do Amaral, foi então vice-primeiro-ministro e Ministro dos Negócios Estrangeiros (1980) e Vice Primeiro-Ministro e Ministro da Defesa Nacional (1981-1982).


Nesse mesmo período, outro fundador do Partido, Francisco Oliveira Dias, foi Presidente da Assembleia da República. O CDS ocupou, alternadamente, os ministérios dos Negócios Estrangeiros, Defesa Nacional, Presidência, Finanças e Plano, Agricultura, Comércio, Indústria, Obras Públicas, Assuntos Sociais e Cultura, imprimindo uma marca de qualidade, doutrina e moderação às políticas do seu governo.


Em Março de 1981, realizou-se o IV Congresso – "Pela Democracia Cristã, com a AD renovar Portugal" – que, uma vez mais, reelegeu como líder do Partido Diogo Freitas do Amaral, desta vez já sem Adelino Amaro da Costa que morrera num trágico desastre de avião, em Camarate, desastre que o sistema judicial português nunca esclareceu, ainda que a tese do atentado tenha ganho ainda mais força na última Comissão de Inquérito. Como Vice-Presidentes foram eleitos Basílio Horta, Lucas Pires e Sá Machado. Em Dezembro de 1982, após desinteligências no seio da AD, Freitas do Amaral demitiu-se do Governo e da presidência do Partido.


Ao V Congresso, realizado em Lisboa em Fevereiro de 1983, sob o lema: "Servir Portugal, pensar o futuro, rasgar horizontes", apresentaram-se dois candidatos à liderança do Partido – Lucas Pires e Luís Barbosa, tendo saído vitorioso o primeiro.


Francisco Lucas Pires venceu, sem oposição, o VI Congresso, realizado em Aveiro em 1985 ("Oposição para a vitória"). Todavia, face aos resultados eleitorais de 6 de Outubro de 1985, o Presidente do Partido apresentou a sua demissão. Sucedeu-lhe o professor Adriano Moreira.


Na sequência dos resultados eleitorais de 19 de Julho de 1987, o Presidente do Partido decidiu não se recandidatar, tendo-se verificado o regresso à liderança do CDS do fundador Diogo Freitas do Amaral.


O VIII Congresso teve lugar na Póvoa do Varzim, em Janeiro de 1988, e elege uma direcção constituída por Freitas do Amaral, Basílio Horta, Morais Leitão, Nogueira de Brito e Luís Beiroco, entre outros.


No IX Congresso, realizado em Lisboa, em Março de 1990, foi reconduzido na liderança do Partido, Diogo Freitas do Amaral, que se viria a demitir, face aos resultados eleitorais verificados em 1991.


Em Março de 1992, no X Congresso, realizado em Lisboa, foi eleito Manuel Monteiro, iniciando uma renovação geracional e de diferenciação ideológica do CDS.


No XI Congresso (Extraordinário), realizado em Janeiro de 1993, aprovou-se um programa de renovação doutrinária e organizativa do Partido do Centro Democrático e Social. É aí que se altera a denominação do Partido, somando-se a expressão "Partido Popular" e passando-se a usar a sigla C.D.S./Partido Popular.


Nos XII e XIII Congressos, a liderança de Manuel Monteiro prepara o Partido para uma recuperação eleitoral, que se confirmaria nas eleições legislativas de 1995, em que o CDS/PP atinge 9,1% e elege 15 deputados.


No XIV Congresso, realizado em Coimbra, em Dezembro de 1996, Manuel Monteiro é reeleito, e a linha estratégica do Partido confirmada. O mesmo sucederia no XV Congresso, em Lisboa.


Após um resultado eleitoral, nas eleições autárquicas de 1997, que leva o líder do Partido a pedir a demissão, é convocado, para Braga, o XVI Congresso. Há duas candidaturas à liderança: Maria José Nogueira Pinto e Paulo Portas, vencendo este último, propondo uma linha de reconciliação e a renovação de matriz democrata-cristã.


Nas eleições legislativas de 1999, o Partido recupera força, conseguindo manter um Grupo Parlamentar de 15 deputados e atingir 8,4% dos votos.


No outro acto eleitoral, de Março de 2002, na sequência da demissão do Primeiro-Ministro António Guterres, o CDS/PP obtém um resultado eleitoral de 8,75% e estabelece com o Partido Social Democrata (PSD) um acordo de coligação que viabiliza a constituição do XV Governo Constitucional.


No XV Governo o CDS esteve representado por três ministros e seis secretários de Estado. O Presidente do CDS/PP ocupa a pasta de Ministro de Estado e da Defesa Nacional, Maria Celeste Cardona a pasta da Justiça e António Bagão Félix a do Trabalho e Segurança Social.


O XIX Congresso do CDS/PP realizou-se em Matosinhos, em 27 de Setembro de 2003, sob o lema “Compromisso Total”. O qual se iniciou com uma abertura simbólica no Palácio de Cristal, de homenagem a todos aqueles que resistiram à extrema-esquerda e de evocação de Adelino Amaro da Costa.


No XVI Governo são quatro os ministros indicados pelo CDS/PP: Paulo Portas tutela agora também os Assuntos do Mar, para além de continuar a ser Ministro de Estado e da Defesa Nacional; Luís Nobre Guedes é Ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território; Telmo Correia assume a pasta do Turismo; António Bagão Félix, é Ministro das Finanças e da Administração Pública. O CDS conta ainda com cinco Secretários de Estado.


Ao XX Congresso, realizado em Lisboa em Abril de 2005, apresentaram-se dois candidatos à liderança do Partido – Telmo Correia e José Ribeiro e Castro, tendo saído vitorioso o segundo.


Em Junho desse ano, Ribeiro e Castro foi o único candidato às eleições directas, por este prometidas em congresso.


No XXI Congresso, realizado na Batalha em Maio de 2006, José Ribeiro e Castro foi reeleito Presidente do CDS-PP. Tendo como oponente a Moção de João Almeida, na altura Presidente da J.P.


Nas eleições directas realizadas em 21 de Abril de 2007, foi eleito Presidente do Partido Paulo Portas, que venceu com 75 por cento dos votos.


Nas eleições directas realizadas em 13 de Dezembro de 2008, foi reeleito Presidente do Partido Paulo Portas, que venceu com 95 por cento dos votos.


(Fonte: site do CDS Partido Popular)

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Mais uma volta pelo Entroncamento real, com o abandono à vista e o perigo à espreita!


Agora que as festas da cidade já terminaram e o habitual vento da ocasião já levou para longe o fumo das sardinhas, é tempo de darmos mais uma volta pelo Entroncamento real, aquele Entroncamento que não vem na Revista Municipal.

Assim, convidamos o leitor a verificar o desleixo da autarquia com mais um espaço: o Jardim-Parque Dr. José Pereira Caldas.





Sem sermos exautivos, começemos por umas fitas descoloridas pelo tempo (e que já não vedam a totalidade da zona), que anunciam perigos antigos, talvez duma obra que acabada, que a pressa em abandonar o local tenha deixado ficar para trás ... mas não, está ainda por ali, entre outras brechas, um pilar a denunciar que o perigo ainda ali mora.




O recando de muitos namoros, onde dantes existia uma aranha que deu a alcunha ao jardim, mas que entretanto já fugiu para outras paragens, está no estado que se observa, num abandono, reflexo duma paragem no tempo e do desrespeito pelo pouco património histórico da cidade.



O muro de suporte ao jardim cedeu ao peso da idade ... assim foi e assim ficou até hoje, já lá vão quantos anos?


E o mais grave é perigo está à espreita sem qualquer aviso, onde um rebolar inocente duma criança ou uma pequena queda na relva, pode ter consequências irreparáveis. Estes espigões em aço nos vários canteiros são verdadeiras armadilhas e esperando que nenhum acidente aconteça, cá estaremos para ver se os responsáveis por esta situação serão tão lestos a assumir responsabilidades, como foram no passado a pedi-las quando a responsabilidade era de terceiros.




Quem não respeita a sua história pouco futuro tem e este jardim, quase centenário, merecia melhor sorte ... depois admiram-se que as pessoas prefiram outras paragens e que o Entroncamento vá morrendo aos poucos.


sexta-feira, 1 de julho de 2011

Deputado CDS-PP por Santarém nomeado secretário de Estado e Margarida Netto passa a deputada





O eleito deputado do CDS-PP pelo círculo de Santarém, Filipe Lobo d' Ávila, vai desempenhar as funções de secretário de Estado da Administração Interna. Com a passagem do deputado que já tinha sido eleito nas legislativas anteriores para o Governo, a presidente da distrital de Santarém do partido, Margarida Netto, que integrava o segundo lugar da lista de candidatos nestas legislativas, vai desempenhar as funções de deputada na Assembleia da República.



Filipe Lobo d' Ávila é o único secretário de Estado do Ministério de Miguel Macedo (PSD). Na anterior legislatura existiam três secretários de Estado: um Secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, uma Secretária de Estado da Administração Interna e um Secretário de Estado da Protecção Civil. Filipe Lobo d' Ávila tem 36 anos e é licenciado em Direito pela Universidade Católica Portuguesa. Entre 2002 e 2008 exerceu funções de assessor jurídico no Ministério da Justiça. Integra a Comissão Executiva do CDS, um órgão muito próximo do presidente do partido, Paulo Portas, que é ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros.



Filipe Lobo d' Ávila foi eleito deputado por Santarém pela primeira vez em 2009, tendo exercido nessa qualidade as funções de vice-presidente da comissão eventual para o acompanhamento político do fenómeno da corrupção e para a análise integrada de soluções com vista ao seu combate. Margarida Netto já ocupou diversos cargos nos órgãos nacionais do partido e é actualmente eleita da Assembleia Municipal em Benavente.


"O MIRANTE", 30/06/2011


A Concelhia do CDS-PP do Entroncamento, deseja a ambos as maiores felicidades no exercício das suas novas funções.








sexta-feira, 17 de junho de 2011

Festas, Mobilidade e deixa andar



Passou mais um ano e as Festas de S. João e da Cidade do Entroncamento estão novamente aí, para um evento que movimenta sempre muita gente da cidade ou de fora dela, promovendo assim reencontros e momentos de salutar descontração, o que é positivo.



No entanto, e tal como em qualquer enorme movimentação de pessoas e viaturas, há que ter em conta as questões de mobilidade, o que não se tem vindo a verificar nesta ponta esquecida da cidade.



Acontece que os anos vão passando e no topo sul do recinto multiusos, está um troço de 85 metros por asfaltar (entre a estrada nacional 365 e a ponta sul/sudeste da urbanização adjacente), sem se saber bem porquê.



Concluir esta ligação, seria uma enorme mais valia, quer por esta altura das Festas da Cidade, dado que ocorrem sempre grandes congestionamentos de trânsito, quer durante o resto do ano, em que retiraria muito trânsito da Av. Dr. José Edurado Victor das Neves, facilitando a vida a muitos automobilistas que têm como destino a zona sul da cidade.



E o facto de ali existirem postes de alta tensão, pode ter sido justificação para a obra não ter sido concluída no imediato, mas não justifica o arrastar da situação ano após ano.



Além disso, o desleixo com a situação é total, num dos lados um poste tem até sinal de aviso, mas encoberto pela vegetação - que demonstra o esquecimento - mal se vê. No outro lado, nem há aviso nenhum para alertar que termina a estrada asfaltada e que os automobilistas têm um poste e um monte de entulho no seu enfiamento ... e escusado será lembrar que o somatório da incúria com a distração dá mau resultado, conforme ainda esta semana infelizmente tivémos um exemplo.



Enfim ... é o deixa andar, de mais uma de muitas situações que não nos são mostradas no Boletim Municipal.















segunda-feira, 6 de junho de 2011

O ENTRONCAMENTO ESTÁ A MUDAR





A Comissão Política Concelhia do CDS-PP do Entroncamento vem por este meio congratular-se por ver confirmado o crescimento do partido e a sua contribuição para mudança de ciclo político em Portugal em resultado das eleições antecipadas para a Assembleia da República realizadas no passado dia 5 de Junho.

Contudo, é nossa convicção que poderíamos ter alcançado uma percentagem substancialmente superior. A constante manipulação das sondagens durante a campanha eleitoral ao apontarem um empate técnico entre PS e PSD, levou a que muitos eleitores se decidissem pelo voto “útil” no partido vencedor, prejudicando objectivamente o nosso partido.

No entanto, destacamos a extraordinária votação do CDS-PP no Concelho do Entroncamento, a maior do distrito comparando todos os concelhos – 16,67%, mais 4,37% que a média do partido a nível distrital - 12,30% e 4,93% acima da média nacional – 11,74%, que se traduziu num importante reforço e grande responsabilidade para enfrentar o futuro.

Aproveitamos para agradecer encarecidamente a todos os eleitores do Concelho do Entroncamento que votaram no CDS-PP e cujo resultado é mais uma prova inequívoca da importância do rejuvenescimento organizado do partido neste Concelho que já vigora desde o início deste ano.


Comissão Política Concelhia do CDS-PP de Entroncamento

Entroncamento, 6 de Junho de 2011

domingo, 15 de maio de 2011

No Entroncamento a Cultura serve-se avulso e trata-se a pontapé

No âmbito das celebrações do Dia Internacional dos Museus que ocorrerá na próxima quarta-feira dia 18 de Maio, ontem à noite (sábado) por todo o País, os museus estiveram abertos ao público de forma gratuita e com diversas actividades.


(Torres Novas - Museu Carlos dos Reis, 22H15, 14/05/2011, Recital do Coro Juvenil Choral Phydellius)

E como foi por cá?

(Entroncamento - Museu Nacional Ferróviário, 22H15, 14/05/2011, imagem sem qualquer tipo de tratamento)

Pois é, servida avulso e tratada a pontapé, assim vai a Cultura na nossa cidade!

sábado, 7 de maio de 2011

Apresentação de Cumprimentos na Câmara Municipal do Entroncamento



Marcar a diferença é um dos lemas da novel Comissão Política Concelhia do CDS-PP do Entroncamento. Em tão pouco tempo temos primado por isso, e esta sexta-feira, dia 06 de Maio, depois da respectiva solicitação, fomos apresentar cumprimentos à edilidade na pessoa do seu Presidente.



A comitiva composta por Paulo Bica, Presidente da Comissão Política Concelhia, Aniceto Caetano, Presidente da Mesa do Plenário Concelhio do CDS-PP e Ana Pinto, Secretário da CPC, tiveram a oportunidade de transmitir ao sr. Presidente da Câmara Municipal do Entroncamento, que, apesar do CDS-PP não estar representado nos orgãos autárquicos, comungamos da idéia de determos uma faixa considerável de municípes, conforme resultado das últimas eleições legislativas, pelo que, estamos disponíveis para em prol do Entroncamento colaborar sempre que nos for solicitado. Também reiteramos que não nos inibiremos quer, de chamar a atenção ou criticar, quando assim o entendermos.


















quinta-feira, 14 de abril de 2011

Inabilidade ou Falta de Vontade?



A comunidade escolar está em período de férias de Páscoa, pelo que estranhamos e lamentamos que não haja por parte da Câmara Municipal do Entroncamento um programa de ocupação de tempos livres por forma a minimizar o habitual problema para os casais em que ambos trabalham, sobre o que fazer aos filhos nestas ocasiões.


Com tanto Vereador a tempo inteiro, será que ninguém no Largo José Duarte Coelho tem iniciativa ou habilidade para coordenar um programa desse género, ou será apenas falta de vontade?

sábado, 9 de abril de 2011

Discurso de Tomada de Posse do novo Presidente da Comissão Política Concelhia

- EXMO. SR. PRESIDENTE DO CDS PARTIDO POPULAR, DR. PAULO PORTAS.

- EXMO. SR. DEPUTADO POR SANTARÉM, DR. FILIPE LOBO D'ÁVILA.

- EXMA SRA PRESIDENTE DA DISTRITAL DE SANTARÉM, MARGARIDA NETTO.

- CAROS AMIGOS DE OUTRAS CONCELHIAS AQUI PRESENTES.

- MINHAS SENHORAS E MEUS SENHORES,


Em primeiro lugar quero agradecer a presença de todos neste jantar de tomada de posse da Comissão Política Concelhia e Mesa do Plenário do CDS Partido Popular no Entroncamento, e em particular, ao Sr. Presidente do Partido, Dr. Paulo Portas, que muito nos honra com a sua vinda até nós, constituindo um sinal de confiança nesta equipa que agora toma posse e que tudo fará para a merecer, na certeza de que a sua presença reforça, e é também, um sinal da importância para o partido o seu renascimento no Entroncamento.

Contamos estar à altura deste grande desafio.


Quero também agradecer e daqui enviar uma saudação especial, aos muitos que nos felicitaram e que aqui não estão presentes, porque, ficaram em casa por Medo. Sim, por Medo, num país que se diz Livre e gosta de neste mês de Abril enaltecer a Liberdade, muitos não estão aqui hoje por receio de consequências. Uns porque são funcionários da câmara, e outros de organismos do estado ou que com ele têm relações.


Somos livres, mas parece que estamos em Liberdade Condicional!


Celebramos hoje o início duma nova etapa para o CDS no Entroncamento. Desde alguns anos não tinha aqui estrutura organizada. E numa altura que o CDS está a crescer quer em número de simpatizantes, militantes e estrutura partidária por todo o país, não fazia sentido o Entroncamento ficar de fora dessa onda de crescimento.


Para esta nova Comissão Política Concelhia e Mesa do Plenário do CDS que hoje toma posse, procurámos reunir um conjunto de pessoas de diferentes áreas, cada uma com o seu percurso profissional, mas tendo todos em comum o facto de emergirem da sociedade civil e sem qualquer carreira partidária, facto que por si só julgamos louvável, num tempo em que muitos, com algum facilitismo e demagogia barata, criticam a política e os políticos, mas não ousam dar um passo em frente, apesar de aqui ou ali irem à boleia duma greve ou manifestação.


Com o lema “Agir para Mudar”, esta equipa deu esse passo. E fê-lo em defesa dos valores que o CDS representa, no espírito dos ideais democratas-cristãos assentes em princípios humanistas, precisamente numa altura em que estes valores são cada vez mais maltratados tendo como pano de fundo a actual situação do País que é particularmente grave.


E a situação do país é particularmente grave, não só pela desgovernação socialista a que todos temos assistido, suportada por um sem número de organismos públicos prolixos na distribuição de benesses e mordomias, mas também, por um rol de autarquias gastadoras do que têm e do que não têm, da qual o Entroncamento é disso um exemplo.


Minhas Senhoras e meus Senhores, isto é preciso dizê-lo, estamos como estamos, não só por culpa dos governantes que vemos na televisão, mas também, por culpa daqueles com quem nos cruzamos todos os dias.


No Entroncamento, depois duma gestão autárquica socialista que permitiu o seu crescimento através dum urbanismo que diria criminoso, seguiu-se-lhe uma gestão social-democrata. Estes, actualmente em funções, apesar de terem recuperado algum atraso no que diz respeito a equipamentos, deixam para trás a manutenção dos existentes em detrimento de projectos que avançam “custem eles o que custarem”, desde que tenham assegurada comparticipação e respectiva inauguração.

Quanto a nós, esta situação é deplorável e o mais grave é que não há a mínima ressalva de preocupação de endividamento, porque o que é preciso é mostrar serviço.


É uma vergonha a execução de obras nestas condições.

E é uma vergonha, porque como qualquer concelho, o Município do Entroncamento tem, entre outras, grandes responsabilidades no domínio social, e por exemplo, enquanto ano após ano desperdiça elevadas verbas em festas, vai deixando degradar habitações sociais, onde apenas recupera algumas, esquecendo por completo outras, gerando assim situações de revolta e focos de conflitualidade.


É pelos munícipes e não contra eles que uma autarquia tem de zelar.


Aqui no Entroncamento, se é certo que esta gestão tem feito obra, têm-na feito a que custo? E à custa de quem? À custa do que tem, através duma sobrecarga de taxas sobre todos nós, onde, de um modo geral são cobradas pelo seu coeficiente máximo, e à custa do que não tem, comprometendo assim as opções do futuro.

É corrente opinarem de que, quem vem atrás beneficia dessas obras e como tal deve colaborar nos seus custos, não é a nossa opinião e não é a nossa opinião, porque não nos parece correcto que tenham de pagar, pelo que não tiveram hipótese de escolher e ainda por cima, que fiquem sem margem de manobra no futuro para as suas opções, portanto, nada mais errado do nosso ponto de vista.


As nossas opções e as nossas convicções determinam outras políticas mais coerentes e alicerçadas numa gestão criteriosa e eficaz. E o que se passa efectivamente, não se pode dizer que seja uma gestão desse tipo, mas sim uma gestão vaidosa que privilegia as inaugurações, para deixar obra a qualquer custo!


Temos uma autarquia que não capta investimento. Uma autarquia que trata mal quem aqui investe ou quer investir. Quando é o investimento que traz desenvolvimento e emprego a qualquer concelho.

E dou-vos um pequeno exemplo, na A23, nesse privilegiado ponto de passagem não existe uma única indicação de que há aqui no concelho uma Zona Industrial, quem passa na Nacional Nº3, não sabe que ali ao lado é a Zona Industrial do Entroncamento, quem ali chega, por falta de informação, não sabe que empresas ali existem e aqueles que as procuram, por falta de sinalética, não sabem as respectivas localizações, isto minhas sras e meus srs para a captação de investimento, é tão caricato como os preços proibitivos dos lotes.


Para o desenvolvimento de qualquer concelho, a captação de investimento é fundamental para o reforço do seu tecido empresarial, mas, ele também só será possível, com uma política atractiva de preços dos respectivos lotes ao contrário do que hoje se verifica, há que mudar de rumo.


E por falar em rumo, o facto de nestes 10 anos de gestão social-democrata a cidade ter sido designada de Capital do Comércio, Cidade em Movimento, ou agora mais recentemente Cidade Ferroviária, é a prova e o reflexo que as decisões não têm sido tomadas com o necessário equilíbrio à sua sustentabilidade e por isso, ano após ano, vimos assistindo à morte lenta do Entroncamento.


Minhas Senhoras e meus Senhores,

Ao assumir funções, esta Comissão Política Concelhia, pretende ser o equilíbrio que tem faltado no concelho, e com todos aqueles que pretendam colaborar, conscientes das limitações existentes, estamos certos de que poderemos fazer melhor sem comprometer o futuro. Hoje somos muitos, amanhã seremos mais, e trabalharemos no sentido de merecer a confiança das pessoas do Entroncamento e nos fazerem representar em todos os órgãos autárquicos, se esse for o seu desejo. O CDS chegou ao Entroncamento e chegou para ficar. E no futuro podem contar com o CDS em todos os órgãos autárquicos. Viva o Entroncamento!

Viva o CDS!

Viva Portugal!

Paulo Bica


(Presidente da Comissão Política Concelhia CDS-PP do Entroncamento)

quarta-feira, 30 de março de 2011

Deputado CDS-PP por Santarém, Dr. Filipe Lobo D'Ávila, apresenta balanço do seu mandato


Numa altura em que se antevê a dissolução da Assembleia da República face à apresentação da demissão do sr. Primeiro-Ministro, o sr. deputado CDS-PP eleito por Santarém, Dr. Filipe Lobo D'Ávila, apresenta o balanço do exercício do seu mandato até à presente data, donde se pode concluir, que não só a nível nacional, mas também ao nível do Distrito, os deputados do CDS-PP são os mais produtivos no Parlamento: